Há pouco saídos de uma crise sanitária que atingiu quase que mortalmente a aviação comercial brasileira, tanto doméstica como internacional, praticamente levando empresas aéreas e empresas de serviços auxiliares à bancarrota, deparamo-nos, novamente, com a crise causada pela tragédia das chuvas no Rio Grande do Sul, atingindo diretamente o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, a capital gaúcha.
Apresentando uma movimentação diária de 180 pousos e decolagens, cerca de 20 mil passageiros em voos domésticos e internacionais, fazendo ligação com inúmeras capitais e cidades, foi atingido por uma inundação que causou prejuízos incalculáveis para pessoas, empresas, concessionários, comerciantes, fornecedores e uma cadeia imensa que depende da operacionalidade do Salgado Filho.
Não é entendível, à luz da razão, a primeira cidade da Região Sul, estar sem um aeroporto à sua…
