No primeiro artigo de opinião publicado na Revista de Vinhos em janeiro de 2019, comemorei o renascimento embrionário da tradição portuguesa dos vinhos palhete e clarete que, escrevi então, estavam bem posicionados para tirar partido da ascensão mundial dos rosés.
Além de estarem na extremidade mais clara do espectro em corpo e tonalidade, parece que os vinhos palhete, clarete e rosé têm muito mais em comum do que reconhecia na época. À medida que a popularidade das três categorias cresceu, estas tornaram-se mais amplas em profundidade e matiz e, estilisticamente falando, podem ser difíceis de definir.
Na realidade, a Europa não tem uma definição específica para vinho rosé, o que explica a existência desta plêiade de estilos. Por outro lado, Portugal possui leis de rotulagem (Portaria 26/2017) segundo as quais…
