Terminou mais um ciclo na vinha. Felizmente, o ano vitícola não foi um carrossel de emoções como o de 2022, embora tenha provocado desafios de diversa ordem.
No que respeita a pragas, míldio e ácaros terão sido das dores de cabeça mais recorrentes, muito na sequência dos frequentes períodos de chuva, nuns casos, muito pelo decréscimo de utilização de produtos de síntese, noutros. A videira mostrou-se, como é habitual, uma planta absolutamente fantástica pela capacidade de resistência demonstrada. Mais devastadores foram, porém, os episódios atmosféricos extremos, em particular os relacionados com granizo que provocaram, nalguns locais, perdas irrecuperáveis.
Em vários pontos do país a vindima iniciou-se novamente em julho e estava já terminada na segunda semana de setembro. Sinal dos tempos, do aquecimento global. Mas, analisando o que tem vindo…
